História

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A CONFECOOP é uma organização de representação de cúpula nacional do sector cooperativo não agrícola, criada a 14 de Abril de 1988, onde se integram atualmente as seguintes federações: FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social, FENACHE – Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica e FENACOOP – Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores – e suas cooperativas associadas.
Procedeu recentemente à alteração dos seus Estatutos, permitindo a filiação de cooperativas de primeiro grau, que pertençam a ramos que não têm Federações que as representem.

A prática de intercooperação instituída entre estas estruturas e a coresponsabilização dos seus membros são o mote para a capacitação organizacional da Confederação, constituindo-se assim como uma entidade de referência, no e do sector cooperativo, bem como junto dos poderes públicos e da comunidade em geral.

A Confederação centra a sua atuação em valores de solidariedade e cooperação, num diálogo permanente com o Sector da Economia Social e com o Sector Privado, mantendo simultaneamente uma relação de cariz autónomo e independente com o Estado através dos vários Órgãos de Poder, central, regional e local.

Neste sentido, encontra-se representada em diferentes fóruns e organizações de representação nacional e internacional, a saber: CES – Conselho Económico e Social, CNES Conselho Nacional para a Economia Social, CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, Fórum Social Português, Fórum Permanente para os Assuntos do Mar, Fundação para a Saúde, FNGIS – Fórum Não-governamental para a Inclusão Social, ACI – Aliança Cooperativa Internacional, Cooperatives in Europe, OCPLP – Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa e ESMED – Rede Euromediterrânea de Economia Social.

Defende uma forma diferente de organização do processo económico por meio do modelo cooperativo socialmente responsável como fator de desenvolvimento assente em princípios cooperativos, de igualdade de poder, de liberdade e de democracia. Pretende simultaneamente contribuir para o reconhecimento público do sector como parceiro incontornável a par com os demais agentes económicos, sociais, culturais e políticos.